Sobre

 

 

 

Ganhador do II Prêmio BDMG de Música Instrumental, na categoria compositor, Edu Negrão, músico, guitarrista, pesquisador, professor e arranjador, é dedicado à musica instrumental brasileira desde o início de sua carreira em 1996. Tem 3 discos autorais lançados: "Tempo Bom" (2002), com a participação dos músicos mineiros, Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Yuri Popoff, Neném e Juarez Moreira, obra essa, lançada pela  gravadora de NY, Apria Records;  "Vem Ver" (2005), indicado ao GRAMMY Latino, gravado no Rio de Janeiro, com a participação dos músicos cariocas, Zeca Assumpção, Gilson Peranzetta, Carlos Malta, Paulo Russo, Mamão e Marcio Bahia. E o terceiro trabalho, pela Tratore, “Verdenovo" (2009), com os paulistas, Benjamim Taubkin, Teco Cardoso, João Parahyba, Nenê e Toninho Ferragutti. 

O guitarrista destaca-se por sua abordagem, chamada de técnica híbrida, onde usa a palheta para fazer a melodia e os dedos para fazer o acompanhamento simultaneamente e também por sua precisão e energia, que são ressaltadas pela sonoridade quente e contagiante de seu timbre extremamente limpo. A formação de Negrão vem da infância, quando pegou emprestado o violão de sua prima e nunca mais devolveu. Estudou na Fundação de Educação Artística de Minas Gerais, na Berklee School of Music, Boston, e no IG&T/SP. Também marcam a trajetória do músico, o maestro Eduardo Ribeiro que o apontou como um de seus melhores alunos, e os guitarristas Celso Moreira e Mozart Mello. 

Se apresentou com: Toninho Horta, Beto Lopes, Nivaldo Ornelas, Chico Amaral, Kleber Alves, Marku Ribas, Ivan Correa, Neném, Mario Castelo, Kiko Mitri, Robertinho Silva, Yuri Popoff, Kiko Continentino, Aluízio Horta, Cris Vianna, Pedro Portella, Marcio Hallack, Michel Freidenson, Zeli, Edu Ribeiro, Antonio Barker, Fernando Baggio, Josué dos Santos, Vitor Alcantara, Rita Maria, Tania Paes, Pedro Macedo, Antonio de Padua, Renno Sarayva, Mazinho Ventura, Eddy Palermo(Itália), Roberto Pistolese(Itália), Silvia Manco(Itália), Rosália de Souza(Itália), Susanna Stivali(Itália), Angelica Caronia(Itália), Virginia Croma(Itália) e Mariangela Caserta (Itália). Também com Willard Dyson(EUA) e Christian Fabian(EUA). 

Abriu shows para Without Words (Canadá), Borghetti, Zimbo Trio, Bandolim Elétrico e Nuno Mindélis.

 

O guitarrista apresenta-se em trio, quarteto e quinteto com regularidade, no Brasil, em São Paulo, Porto Alegre e Minas Gerais, e fora, em NY e Roma. Tocou no Sesc Pompeia(Prata da casa) e Consolação; Jazz dos Fundos; Museu da Casa Brasileira; Ao Vivo Music (onde tocou 10 anos); Centro Cultural Vergueiro (Guitarras Paulistanas); Teatro Isabella Hendrix, como vencedor do prêmio BDMG; Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga;  I Festival de Jazz do Café com Letras; Utópica Marcenaria(MG); Petra Jazz Festival de Ilhabela; Jazz com todas as letras em BH; Gregory’s (It); La Palma (It); Emissora Ray Uno (It); Bowery Poetry Club(NY) entre outros espaços. 

Atualmente toca no Tupizando, nascido da oficina de ritmos brasileiros de André Marques(Hermeto Pascoal) e no Stratosamba, onde faz releituras de sambas desde 1928 até 1978 em trio: baixo, bateria e guitarra. Edu Negrão é um músico que viveu em Roma e Boston e passa seu tempo no Brasil, entre Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Como compositor, as composições de Edu se destacam por sua cuidadosa construção melódica, harmonias simples e despretensiosas são realmente complexas e originais. Como arranjador, vem desde 2007, escrevendo e adaptando músicas do cancioneiro nacional exclusivamente para a guitarra, hoje com 150 arranjos para guitarra stratocaster.